Não Brinque com o Sagrado

Tem gente que aprendeu a manusear as coisas de Deus, mas perdeu o temor. O altar virou palco, a adoração virou hábito, e a presença já não constrange.


A palavra do Senhor, no livro de Levítico, capítulo 10, versículo 1 e 2, nos diz:

“E os filhos de Arão, Nadabe e Abiú, tomaram cada um o seu incensário, e puseram neles fogo estranho perante o Senhor, o que não lhes ordenara. Então saiu fogo de diante do Senhor, e os consumiu; e morreram perante o Senhor.”

Levítico 10:1-2


Nadabe e Abiú não eram estranhos ao altar. Eram filhos do sacerdote, homens acostumados com a rotina do culto. Mas, mesmo assim, ofereceram fogo estranho — e foram consumidos. Isso nos ensina que intimidade com as coisas de Deus não substitui reverência. Conhecer o templo não é o mesmo que honrar a presença.


Tem gente que canta, prega, ministra, participa… mas já não se quebranta. Faz tudo certo por fora, mas o coração está longe. O sagrado virou rotina, e a glória virou comum. Só que Deus ainda é Santo. E Ele não divide o altar com vaidade, orgulho ou performance.


Não brinque com o que é santo. Não banalize o que custou sangue. Volte ao temor. Volte à reverência. Volte ao coração.


Senhor, perdoa-me se em algum momento tratei com levianidade o que é sagrado. Restaura em mim o temor pelo Teu nome. Que eu não me acostume com a Tua presença, mas que me quebre diante dela. Hoje eu volto ao altar, não como alguém que sabe — mas como alguém que treme diante da Tua glória.


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